Agricultores conhecem GPS usado pelo Interpa para medição de propriedades rurais

Os agricultores que participaram da 3ª Conferência de Desenvolvimento Rural Sustentável, realizada em João Pessoa, nesta segunda-feira (3) e terça-feira (4), conheceram os modernos GPS utilizados pela Interpa. Só em 2012 foram delimitados cerca de mil hectares de terra em todo o Estado, o dobro do registrado no ano passado. O trabalho é feito com o uso de equipamentos de GPS, por meio de parceria entre a União e o Governo do Estado.

“Esses são equipamentos que nos ajudam a cumprir a determinação da Lei 10.267, de 2001. Segundo a lei, a medição de terra só é reconhecida pelo Governo Federal, quando é feita de forma idônea, garantida. O satélite nos dá a precisão necessária ao cumprimento da lei”, explicou Nivaldo Magalhães, presidente do Interpa. “A cada ano, passamos a usar mais e mais o GPS, o que resulta num aumento significativo nas medições de terra. É importante ressaltar também que toda terra comprada, por meio do crédito fundiário, exige a medição via satélite e é o que temos feito”, completou.

Dezenas de agricultores que visitam Conferência de Desenvolvimento Rural Sustentável, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), aproveitam para conhecer melhor o equipamento de medição. “É interessante saber que a extensão da terra pode ser medida com o uso de um equipamento que está lá em cima”, brinca José Ronaldo da Silva, um dos visitantes do estande do Interpa, se referindo ao satélite.

Lagoa Seca e Remígio – Na próxima semana, o Interpa realiza a licitação do convênio que vai garantir a medição de terra por GPS em Lagoa Seca e Remígio. “Trata-se de um convênio entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário, através da Secretaria de Reordenamento Agrário; e o Governo do Estado, com o Interpa”, revelou Nivaldo. “A previsão é de que o trabalho de campo comece no primeiro trimestre de 2013”.

Fonte: http://www.paraiba.pb.gov.br/

Chamado BioRegionalRio Tamoios

Repassando...

Convocamos os coletivos, grupos alternativos, comunidades, ativistas, agroecológic@s, permacultor@s, ambientalistas, artistas, agentes sociais... para nos reUnirmos no dia 07/12/12 as 19h para um Círculo de visões, sentimentos, sonhos e planejamentos para sincronizarmos ações e movimentos de preservação e resguardo de nosso ambiente Bioregional que abrange quase todo estado do RJ. Já realizamos diversos encontros Bioregionais, mutirões, bioconstruções, troca de sementes... conectando nossas experiências na BioRegionalRio e fortalecendo o trabalho em rede!!! 

Encontros e Mutirões já foram realizados nas seguintes comunidades: Sítio dos Gaviões (Paraty), Casa da Floresta (Floresta da Tijuca), Aldeia Maracanã (Tijuca), Verdejar (Engenho da Rainha), Bicho Solto (Teresópolis), Seiva (Cachoeira de Macacu), Assentamento Gleba Aldeia Velha (Silva Jardim), Aldeia da Mata Atlântica (Aldeia Velha), Eletrorganico (Bananeiras), Rainbow Brasil (Sta Luzia/lumiar)...

As missões da BioregionalRio: Envolvimento Sustentável Ecológico, Identificação e mapeamento de iniciativas e pólos locais, difundir práticas e técnicas permaculturais e agroecológicas, troca de saberes e produtos orgânicos, economia solidária, cuidar da Terra com mutirões de AgroFlorestamento e Redes de Sementes, construir relações entre lideranças para o fortalecimento de grupos locais e promover uma cultura de paz!

“Cada vez mais pessoas reconhecem que precisamos nos tornar guardiões dos lugares em que vivemos se queremos ter ar puro, água limpa e alimentos saudáveis. começamos a sentir a perda que implica não conhecer nossos vizinhos e a natureza que nos rodeia; e estamos descobrindo que a melhor maneira de cuidar de nós mesmos
é conhecer nossos vizinhos, é proteger e restaurar a nossa região. O biorregionalismo reconhece, nutre, sustenta e celebra nossas conexões locais com: a terra, as plantas e os animais, o ar. os mananciais, lagos e rios, a água subterrânea e os oceanos, o fogo, as famílias, os amigos e vizinhos a comunidade, as tradições nativas os sistemas locais de produção e intercâmbio”… (Manifesto Bioregionalista, 1984)

Nosso próximo encontro será na Aldeia Maracanã dia 07/12/12 as 19h! Vamos nos Unir em círculo, compartilhar visões e sentimentos, conectar nossos corações e celebrar na fogueira com canções e manifestações artísticas! Levem frutas, legumes e lariquinhas para compartilhar! Vamos fazer chapati, batata na brasa e chá e celebrar com muito amor e alegria! Compareça! Sua presença é muito importante! Vamos juntos tecer nossa rede e visualizar nossos próximos passos!!! 

Nos dias que sucedem esse encontro dias 08 e 09 de Dezembro haverá mutirão agroecológico organizado pela REGA (Rede Nacional de Grupos de Agroecologia) que também será uma ótima oportunidade para se conectar e conhecer essa rede! 

Nesse período estará acontecendo também o festival Nova Terra aldeia Maraca-nã! 

O Movimento Nova Terra, há muito tempo se prepara para realizar um encontro especial nesse período tão importante para Gaia do mês de dezembro de 2012. Já tínhamos um local especial que estava preparado para receber pessoas das 7 direções, mas devido as sincronias desse momento e das necessidades da presença de nossa família e de nossas práticas na Aldeia Maraca-nã no Rio de Janeiro, foi decidido focar lá e realizar lindo encontro artivista, com muitas ArteCoolAções, oficinas, troca de saberes e cerimônias dentro da Aldeia e em lugares especiais do Rio de Janeiro. 

Essa será a Aldeia Nova Terra Artivista Maraca-nã, que forma a sigla ANTAM que em sânscrito significa o Rito Final. Será um momento para nos articularmos internamente e internacionalmente para a implementação de novos paradigmas sociais, econômicos, ambientais e políticos na prática, co-criando soluções e aplicando algumas outras que já estão dando certo Mundo a fora. Venha trazer suas soluções e energia para essa co-criação de uma Nova Terra.
veja ae se está bom ou reduza o que não achar importante

A Aldeia Maracanã fica na Tijuca Radial Oeste antigo portão 13 do Maracanã!!! Sejam bem vind@s!!! 

Assine a Petição! Vamos Salvar a Amazônia.







Você concorda com esse absurdo que está acontecendo na Amazônia?
Nem a gente! Por isso, o Greenpeace lançou uma campanha para levar uma lei de iniciativa popular ao Congresso, para acabar com o desmatamento no Brasil.

O RxECO -Reviva X Ecologia apoia essa ideia:

Ajude a levar o Desmatamento Zero ao Congresso, assine a Petição a baixo:

ATUALIDADES EM SANEAMENTO BÁSICO

SANEAMENTO BÁSICO

No período entre os Censos Demográficos 2000 e 2010, a infraestrutura de saneamento básico apresentou melhorias no abastecimento de água por rede geral, no esgotamento por rede geral e fossa séptica, e na coleta de lixo dos domicílios. As regiões menos desenvolvidas do País apresentaram crescimentos significativos no período, embora os avanços alcançados na prestação de serviços de saneamento básico não tenham sido sufi cientes para diminuir as desigualdades regionais no acesso às condições adequadas, sobretudo se forem comparados os moradores de domicílios localizados nas áreas rurais com os das áreas urbanas. 

ABASTECIMENTO DE ÁGUA

A prestação de serviço de abastecimento de água por rede geral está associada à melhor qualidade de vida dos moradores em domicílios particulares permanentes por representar maior grau de conforto e, por princípio, tratar-se de um fornecimento de água de melhor qualidade. 

O crescimento do serviço de abastecimento de água por rede geral ocorreu em todas as Grandes Regiões do País, embora de forma desigual. As Regiões Sudeste e Sul, em 2010, continuaram sendo as que tinham os maiores percentuais de domicílios ligados à rede geral de abastecimento de água (90,3% e 85,5%, respectivamente), em contraste com as Regiões Norte e Nordeste que, apesar dos avanços, continuaram com os percentuais mais baixos (54,5% e 76,6%, respectivamente). Em 2000, a cobertura das áreas urbanas que apresentavam domicílios ligados à rede de abastecimento acima de 90% era restrita às Regiões Sudeste e Sul. Em 2010, ela se amplia também para o Nordeste (90,5%) e Centro-Oeste (90,0%). A expansão da rede geral de abastecimento de água se deu de forma significativa em direção às áreas rurais. Na Região Sul, a proporção de domicílios rurais com abastecimento por rede passou de 18,2%, em 2000, para 30,4%, em 2010. Na Região Nordeste, no mesmo período, o crescimento da proporção de domicílios rurais com rede geral foi ainda maior (18,7% e 34,9%, respectivamente). A Região Norte, com a menor proporção de domicílios ligados à rede geral de abastecimento de água em 2010 (54,5%), apresentou um crescimento proporcional, em relação ao ano de 2000 mais acelerado na área rural do que na urbana: na rural foi um aumento de 7,9 pontos percentuais, enquanto no urbano e de 3,7 pontos percentuais.

ESGOTAMENTO SANITÁRIO

Das condições de saneamento básico, o esgotamento sanitário é o que apresenta o mais longo caminho a ser percorrido para atingir índice satisfatório que possa garantir melhorias nas condições de moradia e de saúde da população, bem como preservar a qualidade do meio ambiente. No decorrer dos dez anos entre os Censos Demográficos, aumentou a proporção de domicílios ligados à rede geral de esgoto ou com fossa séptica em quatro das cinco Grandes Regiões do País. A Região Norte apareceu como exceção, onde o aumento de 2,0 pontos percentuais na área rural não foi sufi ciente para compensar a queda de 6,1 pontos percentuais ocorrida nas áreas urbanas. A Região Sudeste continuou com as melhores condições de esgotamento sanitário, passando de uma cobertura de 82,3% dos domicílios, em 2000, para 86,5%, em 2010, com maior concentração nos domicílios urbanos nos dois períodos. Segue-se a Região Sul, que passou de 63,8% para 71,5% dos domicílios com esgotamento adequado. A Região Centro-Oeste apresentou o maior crescimento de domicílios com rede geral ou fossa séptica no período, acima de 10 pontos percentuais. A despeito da melhoria das condições de esgotamento sanitário, a Região Centro-Oeste tinha pouco mais da metade de seus domicílios com saneamento adequado (51,5%) e as Regiões Norte e Nordeste apresentaram patamares ainda mais baixos (32,8% e 45,2%, respectivamente). Nessas  regiões, as fossas rudimentares eram a solução de esgotamento sanitário tanto para domicílios urbanos quanto para rurais.


COLETA DE LIXO 

Como os demais serviços de saneamento, a coleta de lixo aumentou no período entre os Censos Demográficos em todas as Regiões, chegando a 2010 com uma ampla cobertura: a mais abrangente se encontrava na Região Sudeste (95%), seguida da Região Sul (91,6%) e da Região Centro-Oeste (89,7%). As Regiões Norte e Nordeste, que tinham menor cobertura, foram as que apresentaram crescimento mais alto no período, um aumento de 16,6 pontos percentuais e 14,4 pontos percentuais, respectivamente. Nas áreas urbanas de todas as Grandes Regiões, o serviço de coleta de lixo dos domicílios estava acima de 90%, variando de 93,6% na Região Norte a 99,3% na Região Sul. Nas áreas rurais do País, o serviço de coleta se ampliou em comparação a 2000, passando de 13,3% para 26,9% em 2010. 

Em relação às demais formas de destino do lixo, há melhoras no quadro apresentado em 2010, principalmente nas áreas rurais. A dificuldade e o alto custo da coleta do lixo rural tornam a opção de queimá-lo a mais adotada pelos moradores. Essa alternativa cresceu em torno de 10 pontos percentuais, passando de 48,2%, em 2000, para 58,1%, em 2010. A solução de jogar o lixo em terreno baldio, que, em 2000, era a adotada por moradores de 20,8% dos domicílios, reduziu-se para 9,1% em 2010.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

BARROS, R. T. V. et al. Saneamento. Belo Horizonte : Escola de Engenharia da UFMG, 1995. 221 p. (Manual de Saneamento e Proteção Ambiental Para Os Municípios, 2). 

BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Manual de saneamento. 3. ed. rev. - Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2004. 408 p. ISBN: 85-7346-045-8. 

CORDEIRO, J. S., 2000. Importância do tratamento e disposição adequada dos lodos de ETAs. In: Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de Tratamento de Água (M. A. P. Reali, org.), pp. 1-19, Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. 

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Rio de Janeiro, RJ – Brasil. ISSN - 1676-4935 (CD-ROM) ISSN - 0104-3145 (meio impresso), 2011. 

METODOLOGIA do censo demográfi co 2000. Rio de Janeiro: IBGE, 2003. 574 p. (Série relatórios metodológicos, 25). Disponível em: . Acesso em: 16 out 2011. 

OLIVEIRA, A. L. S de. Saneamento básico no Brasil: limites e possibilidades de atuação do setor privado. Dissertação (Mestrado) – UFBA, 2004. Salvador: A. L. S. de Oliveira, 2004. 97 p. il. tab. 

SOARES, S. R. A.; BERNARDES, R. S. & CORDEIRO NETTO, O. M. Relações entre saneamento, saúde pública e meio ambiente: elementos para formulação de um modelo de planejamento em saneamento. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 18(6):1713-1724, nov-dez, 2002

SANEAMENTO BÁSICO

INTRODUÇÃO

A poluição do meio ambiente é assunto de interesse público em todas as partes do mundo. Não apenas os países desenvolvidos vêm sendo afetados pelos problemas ambientais, como também os países em desenvolvimento. Isso decorre de um rápido crescimento econômico associado à exploração de recursos naturais. Questões como: aquecimento da temperatura da terra; perda da biodiversidade; destruição da camada de ozônio; contaminação ou exploração excessiva dos recursos dos oceanos; a escassez e poluição das águas; a superpopulação mundial; a baixa qualidade da moradia e ausência de saneamento básico; a degradação dos solos agricultáveis e a destinação dos resíduos (lixo) são de suma importância para a Humanidade.
O saneamento básico no Brasil tem sido alvo de crescentes debates, num contexto em que o País sinaliza na direção da retomada do crescimento e desenvolvimento econômico. Infraestrutura adequada e universalidade do atendimento dos serviços de saneamento básico são fatores cruciais para a identificação de desenvolvimento sustentável de um país. Ao se refletir sobre o conceito de desenvolvimento humano, como sendo o direito a uma vida saudável, longa e ao acesso às informações e aos recursos que possibilitem melhorar suas condições de vida, percebe-se que as ações necessárias para produzir tal progresso, por vezes, entram em choque com o conceito de crescimento econômico. Este traz consigo a tendência à exploração dos recursos naturais a um grau e velocidade maiores do que a capacidade de restauração natural que ocorre no ciclo da biosfera.
O problema envolto neste tema é capaz de gerar os mais diversos processos conflituosos, que promovem e estimulam discussões científicas em várias áreas de conhecimento. Logicamente, são debates que, embora possam envolver idéias divergentes entre si, acabam por fornecer sua parcela de contribuição para a definição de soluções.
Quando se percebe que a literatura já existente, de cada área de conhecimento, fornece subsídios para se mapear os problemas, acredita-se mais na possibilidade da determinação das soluções. Assim é que a questão do saneamento básico tem originado demandas cognitivas econômicas, administrativas, jurídicas, financeiras e contábeis, educativas, tecnológicas e computacionais, estatísticas, sociais, médicas, ambientais, biológicas, químicas, geográficas, históricas, sem mencionar o conhecimento eminente de engenharia, indispensável para a constituição dos sistemas essenciais do saneamento básico.
Mas o saneamento básico trabalha, especialmente, com um bem da vida. A água, apesar de ser conceituada, também, sob os mais diversos pontos de vista, acima de tudo e um bem cujas propriedades são essenciais para a existência dos seres vivos. Deste modo, a disponibilidade de água em cada local habitado no planeta é pré-requisito para a continuidade da vida.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saneamento é o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeitos nocivos sobre o bem estar físico, mental e social. De outra forma, pode-se dizer que saneamento caracteriza o conjunto de ações socioeconômicas que têm por objetivo alcançar Salubridade Ambiental. A oferta do saneamento associa sistemas constituídos por uma infraestrutura física e uma estrutura educacional, legal e institucional.
No caso do Brasil, o Saneamento Básico apresenta um déficit persistente no atendimento à faixa considerável de sua população. As propostas e sugestões para a minimização deste déficit e melhoria dos serviços são muitas e grande parte delas envolve a participação de empresas privadas.

LEI Nº 11.445, DE 05 DE JANEIRO DE 2007
Esta Lei estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico.
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
I - Universalização do acesso;
II - Integralidade, compreendida como o conjunto de todas as atividades e componentes de cada um dos diversos serviços de saneamento básico, propiciando à população o acesso na conformidade de suas necessidades e maximizando a eficácia das ações e resultados;
III - Abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas à saúde pública e à proteção do meio ambiente;
IV - Disponibilidade, em todas as áreas urbanas, de serviços de drenagem e de manejo das águas pluviais adequados à saúde pública e à segurança da vida e do patrimônio público e privado;
V - Adoção de métodos, técnicas e processos que considerem as peculiaridades locais e regionais;
VI - Articulação com as políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação, de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da saúde e outras de relevante interesse sociais voltadas para a melhoria da qualidade de vida, para as quais o saneamento básico seja fator determinante;
VII - Eficiência e sustentabilidade econômica;
VIII - Utilização de tecnologias apropriadas, considerando a capacidade de pagamento dos usuários e a adoção de soluções graduais e progressivas;
IX - Transparência das ações, baseada em sistemas de informações e processos decisórios institucionalizados;
X - Controle social;
XI - segurança, qualidade e regularidade;
XII - Contegração das infra-estruturas e serviços com a gestão eficiente dos recursos hídricos.
SANEAMENTO BÁSICO: CONJUNTO DE SERVIÇOS, INFRA-ESTRUTURAS E INSTALAÇÕES OPERACIONAIS:
a) abastecimento de água potável: constituído pelas atividades, infra-estruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de água potável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de medição;
b) esgotamento sanitário: constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposição final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o seu lançamento final no meio ambiente;
c) limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos: conjunto de atividades, infra-estruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destino final do lixo doméstico e do lixo originário da varrição e limpeza de logradouros e vias públicas;
d) drenagem e manejo das águas pluviais urbanas: conjunto de atividades, infra-estruturas e instalações operacionais de drenagem urbana de águas pluviais, de transporte, detenção ou retenção para o amortecimento de vazões de cheias, tratamento e disposição final das águas pluviais drenadas nas áreas urbanas.
SERVIÇOS PÚBLICOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Consideram-se serviços públicos de abastecimento de água a sua distribuição mediante ligação predial, incluindo eventuais instrumentos de medição, bem como, quando vinculadas a esta finalidade, as seguintes atividades:
I - Reservação de água bruta;
II - Captação;
III - Adução de água bruta;
IV - Tratamento de água;
V - Adução de água tratada; e
VI - Reservação de água tratada.
SERVIÇOS PÚBLICOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO
Consideram-se serviços públicos de esgotamento sanitário os serviços constituídos por uma ou mais das seguintes atividades:
I - coleta, inclusive ligação predial, dos esgotos sanitários;
II - transporte dos esgotos sanitários;
III - tratamento dos esgotos sanitários; e
IV - disposição final dos esgotos sanitários e dos lodos originários da operação de unidades de tratamento coletivas ou individuais, inclusive fossas sépticas.
SERVIÇOS PÚBLICOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Consideram-se serviços públicos de manejo de resíduos sólidos as atividades de coleta e transbordo transporte, triagem para fins de reutilização ou reciclagem, tratamento, inclusive por compostagem, e disposição final dos:
I - resíduos domésticos;
II - resíduos originários de atividades comerciais, industriais e de serviços, em quantidade e qualidade similares às dos resíduos domésticos, que, por decisão do titular, sejam considerados resíduos sólidos urbanos, desde que tais resíduos não sejam de responsabilidade de seu gerador nos termos da norma legal ou administrativa, de decisão judicial ou de termo de ajustamento de conduta; e III - resíduos originários dos serviços públicos de limpeza pública urbana, tais como:
a) serviços de varrição, capina, roçada, poda e atividades correlatas em vias e logradouros públicos;
b) asseio de túneis, escadarias, monumentos, abrigos e sanitários públicos;
c) raspagem e remoção de terra, areia e quaisquer materiais depositados pelas águas pluviais em logradouros públicos;
d) desobstrução e limpeza de bueiros, bocas de lobo e correlatos; e
e) limpeza de logradouros públicos onde se realizem feiras públicas e outros eventos de acesso aberto ao público.
SERVIÇOS PÚBLICOS DE MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS
Consideram-se serviços públicos de manejo das águas pluviais urbanas os constituídos por uma ou mais das seguintes atividades:
I - drenagem urbana;
II - transporte de águas pluviais urbanas;
III - detenção ou retenção de águas pluviais urbanas para amortecimento de vazões de cheias;
IV - tratamento e disposição final de águas pluviais urbanas.
A cobrança pela prestação do serviço público de manejo de águas pluviais urbanas deverá levar em conta, em cada lote urbano, o percentual de área impermeabilizada e a existência de dispositivos de amortecimento ou de retenção da água pluvial, bem como poderá considerar:
I - nível de renda da população da área atendida; e
II - características dos lotes urbanos e as áreas que podem ser neles edificadas.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

BARROS, R. T. V. et al. Saneamento. Belo Horizonte : Escola de Engenharia da UFMG, 1995. 221 p. (Manual de Saneamento e Proteção Ambiental Para Os Municípios, 2). 

BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Manual de saneamento. 3. ed. rev. - Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2004. 408 p. ISBN: 85-7346-045-8. 

CORDEIRO, J. S., 2000. Importância do tratamento e disposição adequada dos lodos de ETAs. In: Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de Tratamento de Água (M. A. P. Reali, org.), pp. 1-19, Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. 

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Rio de Janeiro, RJ – Brasil. ISSN - 1676-4935 (CD-ROM) ISSN - 0104-3145 (meio impresso), 2011. 

METODOLOGIA do censo demográfi co 2000. Rio de Janeiro: IBGE, 2003. 574 p. (Série relatórios metodológicos, 25). Disponível em: . Acesso em: 16 out 2011. 

OLIVEIRA, A. L. S de. Saneamento básico no Brasil: limites e possibilidades de atuação do setor privado. Dissertação (Mestrado) – UFBA, 2004. Salvador: A. L. S. de Oliveira, 2004. 97 p. il. tab. 

SOARES, S. R. A.; BERNARDES, R. S. & CORDEIRO NETTO, O. M. Relações entre saneamento, saúde pública e meio ambiente: elementos para formulação de um modelo de planejamento em saneamento. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 18(6):1713-1724, nov-dez, 2002
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